segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

ECLIP

-SE-
DIAAMANTES
ESTRELA NUA
:ANOITEM
ahora kEROSser
&
STAR!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Amigo Xulé aquilo de que vc mais bosta fode star aqui pó-de sir a quilo phode ter Aquiles...

bá tendo no pé?

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Não Saara ucá melo e con areia y no Sara

Gostou de áscor covas, Drummondàrio???

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

OLHAOS NEGROS

furtacor
(ahroubei o hífen)

sábado, 30 de janeiro de 2010

Haver
idade
mor de
amor

Amen

tira
Lira

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

AR MANDO

Q
U
EM
CONFEL
FERRI
COM
FIRA
SERÁ AR
M
A
D
O

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

DÊ CASCA A ESSA

pimenta do cuspe nosotros é refresco

domingo, 17 de janeiro de 2010

COM PLICIDADE???

a Pauno Muniz
não cumplica...

cafuné

casa limpa

janta pronta

roupa lavanda...
















NÃO VOU ASSALTAR BANCO!!!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

hah vidatah ser eis vai hinduh...


ÓMEN

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

GAROPA-METONÍMIAB

Agora sim dá pra entender, Décio, tanto fascínio pelas sereias...

















vêm com AREIA!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

GAROPA-METONÍMIA

Hà mersê-
de
...MORFOSES!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

CAP TÃO-METÁFORA

Agora também consinto de futilidades!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

simãobalança tranca
senãobalançatrim ca


segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

OSTALIBIDOLAMBEDORGUEBOST


quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

bq (conte nua ação)


terça-feira, 15 de dezembro de 2009

beJçq





quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

CAMPANHA MUNDIAL PARA A HAMAMENTAÇÃO


contornos os res peitos masternos
maistudo è treta!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

dESGOsTO


é lingual a nariz
cada um tem um
mais com dois curabos
encadafalso buuueiros

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

VÃOMITO

é!

melhoreótimo.

bom, pioré ma+s que péssimo!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

O ANTICHRISTALizante

Do filme mais polêmico do ano, O anticristo, de Lars Von Trier, ainda em cartaz no Metrópolis, escutei coisas das mais variadas. Entre tantas, de mau-gosto a interessantíssimo, escolhi o termo corajoso como o seu melhor, pelo mesmo desbancar de maneira incisiva o lado ultrarromântico da maternidade. Nele, a personagem feminina debate-se com a duradoura maldição do ser mulher, desde sempre demonizada: sinuosa e dissimulada, serpente; caldeirão que transborda durante três dias e não seca, bruxa; ainda sobrecarregada, como castigo à expulsão do Éden, pela dor do parto e quase que exclusivamente pela responsabilidade do bom desenvolvimento psicológico do rebento, pois o termo matrimônio refere-se a materno(al), afetivo; enquanto que patrimônio, sustento, manutenção de bens, trabalho, este que por sinal deixou de ser castigo com o advento do capitalismo. Assim, em vez de incorporar o lado crítico da sua pesquisa acadêmica, o "feminicídio" proporcionado pela consolidação do patriarcado na estória da humanidade, ela assume o seu estigma e ataca seus "oponentes" diretos: o filho e o marido, este que ainda lhe serve de terapeuta, mas que termina por lhe queimar numa fogueira, como chama a tradição. Além deste, a película ainda desliza em alguns outros clichês como o da castração da pau-lavra masculina (golpe no pênis), da cessação ao prazer feminino (corte do clitóris) e ao da grotesca raposa antropomorfizada em arauto do apocalipse. Entretanto, algumas concessões são benvindas até para dialogar com o sadomasoquismo pouco reflexivo que reina no gênero: "logos mortais".